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Governo de Jânio Quadro e Juscelino



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Resumo 4ª parte


Capitulo 22
Gil de Almeida tinha tudo na mão. João Neves lembrava e escrevia sobre tudo que ocorria na Revolução, o meio de comunicação utilizado nela era o telégrafo. No interior do estado gaúcho, a revolução foi uma sucessão de simples episódios.
No Rio Grande do Sul, soldados passavam a apoiar os revoltosos, as situações se repetem e a resistência é obrigatória. As bandeiras de paz fazem os tiros pararem.
Gabriel não tinha como ídolo Getúlio Vargas, embora ele tenha feito muita coisa, e sim Flores da Cunha, gaúcho de gestos provocadores que levou Vargas ao Catete.
“Melhor viver por Getúlio Vargas do que morrer por Washington Luís.” (página 216)


 Capitulo 23
O Correio do Povo apoiava a revolução e queria o avanço dela pelo Brasil  e cada vitória era uma festa.
Getúlio escrevia em seu Diário, administrava as vaidades.  No trem teria tempo de pensar nos acontecidos. “Um filme passa inteirinho na cabeça de Getúlio enquanto sacoleja no trem da guerra.” (página 224) Lembrara-se de tudo que havia ocorrido até aquele momento, tinha passado por tantas coisas. Vargas guardava seus pensamentos parar si mesmo, mas gostava de saber o que os outros achavam das coisas.
Vargas passava pelos lugares e via os resultados da revolução, aquilo era necessário para o Brasil. Ainda estava a caminho do Rio, sem pressa alguma.
Washington renuncia, políticos são presos, e os jornais continuam a publicar tudo que ocorria na revolução. O Correio do Povo ainda colocava títulos monumentais em suas  reportagens.
Getulio chega tinha que assumir o poder. Em 31 de novembro ele chegou ao Rio, se hospedou no Palácio do Catete. Muitos anos depois se tornou um inesquecível hospede, pois se suicidou com um tiro no coração. Novembro era um mês de novidades, e com o tempo as nações foram aderindo esse “novo” Brasil.
Gabriel e seu batalhão recebeu a ordem de retornar ao Rio Grande do Sul. Antes de cumpri-la visitaram o Corcovado e ficaram deslumbrados com a paisagem que viram de lá.


 Capítulo 24
Getúlio tão tinha noção de quanta coisa iria acontecer, traições, desencontros, punições, mágoas e acusações.
Washington Luís fez da revolução uma glória pessoal.
Vargas enfrentou muita coisa para manter o espírito da revolução de 1930. Era julgado por críticos e zombou deles. Passou pela abertura, deposição, fúria  de Carlos Lacerda e da UND, denúncias de corrupção, entre outras coisas, até chegar ao suicídio.
Getúlio foi ditador, João Neves esteve com ele durante o Estado Novo.
Enquanto esperava Neves, olhava pela janela e adora se esconder de si mesmo.
“Uma coisa é certa; a saber, a revolução não foi boa nem má: a revolução foi indispensável e como tal invencível.” (página 251)


                                                  Capítulo 25
Gabriel amava a vida. Tinha vivido tudo. Não cansava de recordar o que havia acontecido em sua vida, já eram quase 100 anos.
“Quase cem anos de história. Quase um século de história.” (página 255)

Capítulo 26
João N. se recordava da revolução, de cada fato ocorrido. Após o suicídio de Getúlio ele escreveu sobre todas essas lembranças.
Neves passou para o lado adversário, foi exilado, comandou o levante do 3º RI, foi condenado a dez anos de prisão, perdeu sua patente militar e passou por outras coisas.
Quando Vargas não mais acreditava que João viria, ele chegara. Getúlio então fingiu que nada havia ocorrido.
“Aquilo que João Neves não pensa, a população sabe ou saberá.” (página 258)

Capítulo 27
Em junho de 2010, Gabriel completara 98 anos, era casado com Ana, vivia em Porto Alegre. Escrevera suas lembranças, gostava de carros, em toda sua vida teve 50 veículos. “Uma má fase financeira o deixou a pé.” (página 259)

Capítulo 28
Um romance é como uma revolução. Descumpria, transformava, construía e fazia outras coisas como o romance.
Vargas era revolucionário silencioso, outubro o levou ao poder.
“Via-se no seu trem revolucionário com a água fustigando as janelas turvas.” (página 262)

Capítulo 29
Vinte e quatro anos depois Getúlio morrera, continuava enigmático como sempre. A revolução surpreendeu seus amigos de combate. Ela não acabou, nunca deixará de se renovar.
“O Brasil se descobre. Descobre-se o Brasil. O azul! O céu! A revolução” Ainda.” (página 263)




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Resumos parte 3


Capítulo 15

Getúlio estava à espera de Neves para uma reunião. João não queria ir, mas como não era homem de desistir acabou indo a tal reunião.
Getúlio não sabia como João Neves se enganou com a revolução, pensava sobre isso enquanto estava à espera do amigo. Sua conclusão foi que o amigo nunca fora um revolucionário, e sim um aventureiro, apenas queria o poder. Neves e Vargas não tinham o mesmo ponto de vista das coisas.
"Ninguém podia escapar do tacão da ditadura provisória de Getúlio: era adesão ou demissão, exatamente como no tempo de Washington Luís [...]"  (pagina 152)
As anotações do Diário de Getúlio comprovavam que Neves não tinha uma opinião formada sobre nenhum assunto, e rapidamente mudava de discurso.  Porém João Neves agora era outro homem.
Em 1937 João voltou ao seu posto no Banco do Brasil e alguns anos depois queria botar o nome do ditador na Academia Brasileira de Letras.
Gabriel fica emocionado ao lembrar-se de 1930 e 1932, ele era feliz.  Havia aprendido, estudado, conhecido homens lendários e se casou uma única vez.

Capítulo 16

Em Minas Gerais, Antônio Carlos quer que a revolução seja depois de 7 de setembro,    mas o presidente eleito não queria isso, queria que ela acontecesse antes da sua posse.
No Rio Grande do Sul, as pessoas queriam detalhes do movimento rapidamente.  O vulcão gaúcho se aliou com outros homens de temperamento prático  pelo fim da Republica Velha.
Quando João Alberto voltou, trouxe contigo uma noticia não muito boa, achava o movimento imaturo, e só com o tempo ele poderia ser aprimorado, então a revolução não ficara pronta antes do final de agosto.
Os conspiradores querem a data da revolução, não queriam mais esperar, em todo o Brasil houve reações.  Em 11 de setembro o plano estava pronto, cada detalhe já estava decidido, faltava apenas a datas. "[...] Tínhamos, pois, como definitivamente assentados o Dia D e a Hora H, isto é, 3 de outubro de 1930, as 5 da tarde." (Pagina 162)
No dia 2 de outubro, os conspiradores comunicaram a todo o Brasil a data e hora da revolução.
Gabriel gosta do que falam sobre a revolução. Todos sabem que houve golpe nas eleições, e que, Getulio já deveria estar no poder. No seu batalhão haverá resistência. Ele apenas sabia que iria lutar, sem desistir.

Capitulo 17
João Neves perguntava-se quem era Getulio Vargas enquanto estava caminhando pela Praia do Flamengo e pensava no suicídio do amigo de lutas, ele estava o acompanhando de perto quando isto aconteceu. Continuava a lembrar de Vargas, do encontro com ele no Catete e da conversa impressionante.
Lembranças, era tudo que João Neves tinha. Lembrança dos últimos meses turbulentos que vieram antes da revolução, era tudo extremamente confuso.  Todos os jornais estavam atacando Vargas, queriam uma decisão dele.
Muitas coisas estavam acontecendo naquele tempo, um guarda civil foi assassinado, operários de São Paulo chegavam a São Jerônimo e o senador Flores da Cunha anunciava que o dia do governo do povo para o povo estava chegando. As provocações também eram muitas.
 Em setembro houve muitas chuvas e enchentes em Porto Alegre, Getulio então mantinha o pensamento da revolução, se por acaso ela irá alagar o Brasil.
Cândido Pessoa responsabilizou vários oposicionistas da Paraíba e o presidente de Pernambuco pelo falecimento de João Pessoa. Em Sete de setembro a Paraíba passou a ser chamada oficialmente de João Pessoa.
 Getulio era bom no que fazia. Ele e João Neves foram unidos e separados pela politia e pela historia. Ninguém sabia qual era o jogo de Vargas.
Neves percebeu que já estava tarde, ele continuou a caminhar.
 Gabriel pensara que a revolução era estranha, estava parecendo uma festa. O batalhão no qual ele pertencia não era contra o governo centra. Ele foi atacado, mas não saiu do seu posto.
"Uma revolução não se faz sem desgostos" (pagina 169)

Capitulo 18

Havia chegado o dia escolhido para ter início a revolta. 3 de outubro de 1930, uma sexta-feira que entrou pra historia.
Estava tudo planejado, uma verdadeira jogada de mestre, o Quartel-General seria atacado e o Arsenal da Guerra assaltado. A ansiedade era muita, os revoltosos não sentiam o tempo passar. "Uma revolução não é, como se imagina muitas vezes, a irrupção do caos, mas um relógio suíço que não se pode adiantar." (Pagina 175)
Nas sacadas dos prédios mais altos, a população se aglomera para ver o evento de camarote. Getulio não estava preocupado, escrevia em seu diário enquanto todos estavam eufóricos.
O primeiro tiro havia sido disparado, era o inicio da revolta, o tiroteio começara.  este fato mudou o Brasil.  Todos os jornais publicavam sobre o ocorrido, as versões eram muitas.  O ponto de vista de Luiz vergara era que ele havia sido traído varias vezes, e que havia colaborado na preparação do movimento.  As publicações dos jornais  e  revistas descreviam os fatos com detalhes, ate a Revista o Globo, que era muito lida, publicou uma reportam feita pelo descritivo Andre Carrazzoni, do Correio do Povo.
Haviam disparos e tumultos para todos os lados. Pessoas correm, choram ou comemoram. Quando a guerra teve uma pausa, o fluxo de pessoas nos hospitais era intenso, todos estavam a procura de noticias dos seus familiares e conhecidos, a quantidade de mortos era enorme.
O Brasil não havia parado, coisas aconteciam no mesmo tempo da revolução.
Gabriel havia participado da guerra, ele ocupara uma das janelas e atiravam com uma metralhadora. Não, ele não sentia medo.

Capitulo 19

Para a Paraíba a revolução era um alivio. Assim como em Porto Alegre, o tempo demorava a passar e a ansiedade causada pela revolução era enorme.
Horas antes do inicio da revolta, a agitação era intensa. O tiroteio começa, ele durou apenas 15 minutos. No seu final ele se tornou mais violento. Os gritos de comemoração anunciavam a vitoria dos revoltosos.
A Paraíba se tornou sede do Governo do Norte, Ademar Vidal assume o governo.
Em Porto Alegre, Gabriel se lembrara dos que não se juntaram a revolução, estes embarcavam em um navio chamado “Comandante Riter”.
"Não se pode descrever o espetáculo desses dias inesquecíveis em que a revolução paralisou tudo quanto não se relacionasse aos seus interesses materiais imediatos." (Vidal - pagina 196)

Capitulo 20

A revolta de 30 não foi marcada por terror e frustrações, o verdadeiro terror só chegou quando Vargas instalou o Estado Novo.

Em Recife a revolução será do povo e causara 38 mortes, foi uma vitoria sofrida.
João Neves escreveu sobre a importância do triunfo da revolução em Paraíba. Ela ajudou a espalhar a revolução pelo nordeste. Já a de recife obteve total importância para espalha-la pelo Norte do País.
A população da Paraíba queria justiça pela morte de João Pessoa, eles então tentaram invadir a cadeia onde João Dantas e o seu companheiro Augusto Moreira Caudas estavam para assassiná-los. Esta foi a única dose de terror da revolução. O ato do povo não era mais necessário, já que Dantas e seu companheiro foram encontrados mortos na cela. Nada era confirmada em relação à morte de ambos.  "Ficou um bisturi e um espelho. E dois bilhetes. Dantas: 'Mato-me de consciência tranquila. ' Caldas: 'Morro porque estando inocente não posso aceitar o julgamento de fanáticos e salteadores.' " (pagina 202)
Gabriel adere a revolução. Estava indo ao Rio de Janeiro, para a batalha em Itararé. Ele não pensava em nada, nem na morte, nem no futuro.

Capitulo 21

 Em Minas Gerais, o dia da revolta chegou de forma calma.  A revolução começou no dia 3 de outubro, e no dia 6 o tiroteio ainda existia. O apoio da população era toda dos rebelde.
No fim, os revoltosos venceram por desgastes, já que no local não tinha água, alimento e energia.
Em outras cidades as lutas foram mais difíceis de ganhar, não faltarão voluntários. “Luta-se muito bem quando tudo está perdido.” (página 211)
Só Getúlio sabia qual a verdadeira essência da revolução, ele não tinha dúvidas do que fazer e sabia esperar.
Gabriel tinha muitas lembranças, 80 anos já haviam se passado desde o inicio da revolução e ele pensava que o Brasil nunca mais foi o mesmo, havia mudado muito.






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Características históricas (Ditadura Militar)


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Resumos - parte 2


Capítulo 8

      As fraudes eram comuns no Brasil. João Neves tenta convencer Vargas a não se candidatar. Getúlio era uma verdadeira incógnita e gostava de fazer tudo em seu tempo.
A eleição foi marcada para o Carnaval, mais um truque para realizar as tão comuns fraudes.
No Rio Grande do Sul, o resultado da votação foi absurdo, os truques foram muitos e Prestes venceu com mais do dobro de votos de Getúlio.
Aranha diz ao presidente que existiram fraudes em São Paulo, Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraná e Sergipe. Azevedo de Lima, fraudes estas que contaminaram o estado gaúcho. Osvaldo se preparava para a Revolução, só pensava nisto.
Em março, houve o reconhecimento da eleição de Júlio Prestes O mesmo pode se dizer de João Neves.
O chefe do PRR manda uma carta para Getúlio, lhe recomendando uma medida moderada em todos os casos.
Getúlio pensava e planejava tudo, enquanto Aranha se agitava.
Gabriel é primeiro-sargento. Todo mundo falava em revolução na rua da praia, mas nada abalava a tranquilidade de Gabriel, que aos 18 anos, vivia além das revoluções.
“João Neves é vulcânico. Getúlio, uma geladeira. Uma geladeira que incendiará o destino de milhões de homens simples. Muitos lutarão pela revolução de Vargas.” (página 78)






Capítulo 9

Washington Luís estava certo de que iria vingar-se de todos que o desafiaram para só depois, então, passar o poder para Júlio Prestes.
O orgulho de João Neves foi atingido pelas piadas dos cariocas.
Em maio, os eleitos seriam reconhecidos, e os perdedores não teriam mais o que fazer. Júlio Prestes é proclamado como presidente eleito. 
Em São Paulo ocorria uma revolução organizada por Siqueira Campos, e foi apoiada por empresários e liberalistas paulistas. O estado estava cheio de conspiradores.
O Brasil é um país católico. As fantasias anarquistas encontram resistência nas crenças religiosas da maioria dos trabalhadores. Há muitas revoluções dentro de uma mesma revolução. 
Getúlio Vargas tem a sua revolução, só que ninguém previa isto. 
Em manifesto Luís Carlos Prestes detona a aliança Liberal e a revolução dos oligarcas, então é exilado.
Enquanto isso tudo acontecia, Getúlio apenas pensava nos atos, e em cada passo que teria que dar até a revolução.
Gabriel pensa que não gostara das ações dos últimos governos da República velha, mesmo assim era feliz.
“Enquanto uns e outros pensam na vanguarda ideal ou possível, Getúlio organizava suas ideias. Ele entende que os males de 40 anos não serão curados de um dia para o outro e menos ainda sem o uso da força.” (página 92)






Capítulo 10

A Paraíba estava enfrentando uma rebelião que tinha o apoio do governo federal. João Pessoa cobrava impostos e fiscaliza a sua arrecadação, mandando cobradores em todas as casas, sem perdoar ninguém. As cobranças de tais resultaram nessa revolução, e outras em todo o mundo.

Epitácio Pessoa e Getúlio Vargas queriam segui a carreira militar, mas por alguns motivos não conseguiram e entraram na política, eram autoritaristas.
Para recuperar as finanças da Paraíba, agitado por incompetência administrativa, João obteve empréstimos no Banco do Brasil. Este minúsculo estado estava desafiando o poder central.

A revolução dá um salto, João Pessoa, durante a comissão executiva, queria que não houvesse uma reeleição, então vota por uma renovação parcial baseado num critério pessoal. Ofendido, José Pereira anuncia Princesa uma cidade independente. Este município recebeu armamentos para combater a Paraíba, e obteve o apoio do governo federal.

João Dantas, membro da família Dantas, que havia sido obrigado a fugir, já que seus membros eram a favor de Pereira, foi para Olinda. Sabendo que João Pessoa estava lá, aproveitou para assassina-lo com tiros no peito. Ninguém sabe ao certo o que João fazia por lá. Este fato foi a gota d’água para a revolução, já que os habitantes de Paraíba estavam indignados.

Em 1934 João Pereira morre, deixando os moradores de Princesa extremamente tristes.

Gabriel lutou contra os revolucionarias, era legalista, e estava no exército de Getúlio contra os paulistas.

“Essa é a Paraíba de 1930: um fervedouro de paixões, de intrigas, de interesses pessoais contrariados, de tendência para atos violentos e de inimizades sem-fim.” (página 98)






Capitulo 11

Na primeira Copa do Mundo de futebol Uruguai vencera. Nesse mesmo tempo, no Brasil uma revolução estava muito próxima de acontecer, mas para que isso realmente ocorresse era necessário dinheiro, e, para Getulio, o momento certo. Era 1930, alguns estados já estavam comprando armamentos, e as dividas com outros paises por conta disso estavam começando a surgir.

Osavaldo Aranha precionou Getulio, Vargas nao da uma resposta e Aranha então se demite da Secretaria do Interior. Este tal momento esperado por Getulio foi o assassinato de Joao Pessoa.

Porto Alegre estava cada vez mais violento e sua população assustada. Com a demição de Osvaldo, os gaúchos não queriam a revolução, porém Neves consegue mudar isto.

Quando parecia que a revolução estava prestes a acontecer, Borges de Medeiros tenta parar o movimento, Osvaldo Aranha então o convence que era o melhor a ser feito. Olegário Maciel também entre para a revolução.

Gabriel se lembra de várias coisas que ele passou, tinha luta, mas ele não sabia se acertava algum tiro em alguém, pois ficava de olho fechado, não levava muito jeito para isso.

"O futuro sabera reconhecer os seus meritos. Às vezes, para melhor avançar, precisamos pegar algumas curvas." (João Neves - pagina 123)






Capitulo 12

A revoluçao ja estava muito perto de acontecer. "A Revolução de 1930 resultara de uma década de intrigas, fraudes, sucessões forçadas e imprevistos" (pagina 126).

Washington Luis chegara ao poder, pois a população não queria mais o governo de Bernardes. A insatisafaçao continuava já que Luis apenas se preocupava na estabilizaçao da economia e no preço do café. Outro fato que tambem causou problemas em seu governo, foi a indicaçao de outro paulista, Julio Prestes, para ser seu sucessor.

A carta que Afranio de Melo Franco enviou para Epitácio Pessoa resultará na revolução de 03 de outubro de 1930, como ele previu, quando Júlio chegou ao poder o movimento teve início.
Gabriel pensava nas dificuldades e na durabilidade de uma das batalhas que já enfrentou e venceu sabia que o pior ainda estava por vir.





Capítulo 13

Getulio ainda estava esperando Neves, tinha a certeza de que o amigo realmente nao viria, mas continuou a aguardar. Enquanto isso folheou mais uma vez o livro Acuso.
Vargas e sua revolução trouxeram muitas melhorias para o Brasil e os trabalhadores, que finalmente tiveram suas leis consolidadas, melhorias estas que nao convenceram Neves.
O movimento nao foi nem militar nem civil, mas sim nacional.  Ele fez mudar o pensamento dos brasileiros, Joao simplesmente nao entendia isto.
Neves não chegava, e Getulio pensava em todo o seu governo.
Gabriel continuava se recordando de suas batalhas. O confronto de Buri foi o mais sangrento, e nele, o tenete e o comandante da Brigada Militar morreram. Alguns homens sempre querem mais comflitos quando um acaba, são realmente apaixonados por aquilo.
"Getulio repete-se: eles nao fizeram uma revolução para acabar com a política do café com leite, mas por ela não ter sido respeitada." (Pagina 137)





Capítulo 14

João Neves não se arrependia de ter escrito o Acuso. “Escrevera o Acuso para dizer claramente que sua revolução havia sido traída pela ‘falta de generosidade, a estupidez das vinganças, a capacidade de intriga, o arrojo das mentiras mais inacreditáveis, a calculadora demora na constitucionalização do país’, resultando na ‘falência fraudulenta’ do movimento renovador por causa da ‘cupidez dos sindicatos latinos’. (página 140)

João Alberto foi nomeado interventor provisório de São Paulo, Neves foi contra tal ato, e queria Plínio Barreto para ocupar o cargo, o que não foi feito, e já nomeado, Alberto comandou um complô contra o chefe da polícia. O interventor foi substituído por Pedro de Toledo.

Estava caminhando pela praia e se recordando de tudo. João nunca entendeu o governo de Vargas, e lembrava-se de que, no período do Estado novo, era contra suas medidas violentas e a censura.

Em 1986, um amigo de Gabriel manda-lhe uma carta relembrando os combates que enfrentaram juntos, e convidando-o para tomar champanha quando estivessem com 100 anos de idade. 




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Tabela


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10 curiosidades sobre Getúlio Vargas


1. Getúlio tinha 1,60 metro e detestava sua altura — por isso, os fotógrafos oficiais eram obrigados a usar um truque para tentar mostrá-lo maior do que era.
2. Antes de chegar à presidência, ele foi ministro da Fazenda de Washington Luís, presidente que o depôs e o mandou para o exílio.
3. Em 1934, circulava em Belo Horizonte a "Revista de Minas". Quando chegou a notícia de que Getúlio havia escolhido Virgílio de Melo Franco para governador, os editores fizeram a seguinte chamada de capa: "Virgílio, o governador". Na manhã da circulação, veio o desmentido. O indicado, na verdade, fora Benedito Valadares. A "Revista de Minas" não podia mais mudar a capa. Fizeram um carimbo enorme, na medida da manchete, e chancelaram embaixo: "do coração dos mineiros".
4. Em 1936, Getúlio entregou a alemã Olga Benário, mulher do líder comunista Luís Carlos Prestes, ao governo de Hitler. Judia e comunista, Olga morreu na câmara de gás de um campo de concentração, em 1942.
5. O presidente era chamado de Pai dos Pobres.
6. Durante o Estado Novo, Vargas determinou que as repartições públicas tivessem um retrato do Presidente da República na parede. Em 1945, Getúlio Vargas foi deposto e suas fotos foram retiradas. Reeleito em 1950, os retratos voltaram. Isso inspirou uma música de muito sucesso, feita em 1951. "Retrato do velho", de Haroldo Lobo e Marino Pinto, foi interpretada por Francisco Alves. Getúlio detestou ser chamado de velho. Conheça a letra: 

Bota o retrato do velho outra vez
Bota no mesmo lugar
O sorriso do velhinho
Faz a gente trabalhar, oi!
 

Eu já botei o meu
E tu não vais botar?
 
Já enfeitei o meu
E tu vais enfeitar?
 

O sorriso do velhinho
Faz a gente se animar, oi!
7. Em 1953, Getúlio foi convidado para a cerimônia de coroação da rainha Elizabeth II, da Inglaterra. Como presente, ele lhe entregou um colar e um par de brincos. O colar pesava 300 gramas, com 10 águas-marinhas de 120 quilates e 647 brilhantes.
8. Getúlio sofria de artrite.
9. Ele gostava de jogar golfe na companhia de amigos. Para isso, dispunha de tacos fabricados na Inglaterra e todas as bolas tinham impresso em vermelho o seu nome.
10. Getúlio se considerava "pouco supersticioso". Ele dizia ter simpatia apenas pelo número 13.


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Paródia Gaston


Música sobre Getúlio Vargas. Paródia da música Gastos do Filme A Bela e a Fera.

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A crise da República Oligárquica e a Era Vargas



Em 1922, no ano do centenário daindependência do Brasil, foi fundado o Partido Comunista Brasileiro (PCB). Os líderes do novo partido vieram do anarquismomas dessa vez tinham o apoio internacional da Terceira Internacional em Moscou. A União Soviética confiou ao PCB a tarefa de trazer aexperiência russa com o comunismo para países na América Latina.

Também em 1922 aconteceu a famosa Semana de Arte Moderna. Respondendo às regras rígidas do Parnasianismo, escritores e artistas brasileiros declararam a separação doestilo europeu para criar um estilo próprio, brasileiro. A semana, mais do que tudo,mostrou a vontade de mudança do arcaico para a vanguarda.


Finalmente, o Tenentismo se organizou em1922. A camada média do exército, representada por tenentes e capitães, formaram uma forte força reformista no país. Visavam a ascensão militar, econômica esocial, o fim da república oligárquica e o voto secreto a fim de 'moralizar' o país.


Epitácio Pessoa, o nono presidente e simpatizante com os paulistas, viu o início dotenentismo com o episódio do 18 do Forte em Copacabana. Artur Bernardes, de Minas, tinha ganhado a eleição contra Nilo Peçanha mas os tenentes queriam empossar Peçanha pondo um fim na oligarquia. O resultado foram 17 mortos que se tornaram mártires para a causa.


Organizaram-se então duas famosas colunas. A Coluna Paulista liderada por Miguel Costa precisou fugir de São Paulo. A Coluna Gaúcha liderada por Luís Carlos Prestes encontra-se com a de São Paulo formando a temida Coluna Prestes que seguiu viajando pelo Brasil sem nunca perder uma batalha. Após três anos, cansados e desgastados, fogem pra Bolívia onde Prestes entra em contato comidéias marxistas. Ao voltar de sua fuga, a maioria da coluna retorna o 'braço armado' de Vargas. Prestes, noentanto, será a pedra no sapato de Vargas.



A chamada Era Vargas está dividida em três momentos: Governo Provisório, Governo Constitucional e Estado Novo. 


O período inaugurou um novo tipo de Estado, denominado “Estado de compromisso”, em razão do apóio de diversas forças sociais e políticas: as oligarquias dissidentes, classes médias, burguesia industrial e urbana, classe trabalhadora e o Exército. Neste “Estado de compromisso” não existia nenhuma força política hegemônica, possibilitando o fortalecimento do poder pessoal de Getúlio Vargas. Governo Provisório ( 1930/1934 ). 


Aspectos políticos e econômicos No plano político, o governo provisório foi marcado pela Lei Orgânica, que estabelecia plenos poderes a Vargas. Os órgão legislativos foram extintos, até a elaboração de uma nova constituição para o país. 


Desta forma, Vargas exerce o poder executivo e o Legislativo. Os governadores perderam seus mandatos – por força da Revolução de 30 – seu nomeados em seus lugares os interventores federais ( que eram escolhidos pelos tenentes ). 


A economia cafeeira receberá atenções por parte do governo federal. Para superar os efeitos da crise de 1929, Vargas criou o Conselho Nacional do Café, reeditando a política de valorização do café ao comprar e estocar o produto. 


O esquema provocou a formação de grandes estoques, em razão da falta de compradores, levando o governo a realizar a queima dos excedentes. Houve um desenvolvimento das atividades industriais, principalmente no setor têxtil e no de processamento de alimentos. Este desenvolvimento explica-se pela chamada política de substituição de importações.

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Gráfico - Inflação no Brasil


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Resumos parte 1

Capítulo 1

Getúlio Dornellas Vargas, quarto filho do general Manoel do Nascimento Vargas, havia sido preparado para ser militar, mas o futuro lhe preparou algo surpreendente.

Ele será o ditador do Novo Estado, dará origem a uma revolução, uma verdadeira jogada de mestre originada através da política do Café com Leite, entre São Paulo e minas Gerais, que o envolveu mesmo ele sendo do Rio Grande do Sul.

Gabriel, um gaúcho de 6 anos, viu seu pai morrer. O garoto ainda viveria muito, um século talvez. Seu filho lançará um livro que narrará a morte de Horácio Enéas Flores.

“Uma época de Revolução de 3 de outubro de 1930, comandada por ele, Getúlio, e articulada por seus amigos, Osvaldo Aranha e João Neves da Fontoura com mineiros e paraibanos, esmagará,  sepultando a política do ‘café-com-leite’, a alternância no poder central, com raras exceções, de políticos de São Paulo e Minas Gerais.” (página 8)





Capítulo 2

Getúlio nasceu em 19 de abril de 1882, estava com 54 anos, era um homem bem informado e estava a espera de João Neves. Sentia falta dele, mas não falava.

Ele havia aprendido muita coisa com várias pessoas, e sabia de tudo que a população brasileira passava, de toda sua miséria, e tinha a certeza de que o Brasil não iria evoluir sem a industrialização.

João Neves havia criado um livro contra o governo de Getúlio, mas Vargas não dava muita importância para isto.
O irmão mais velho de Gabriel exerceu o papel de jornalista no Diário do Interior, as notícias sempre chegavam rápido a casa do garoto, então ele sabia de tudo que estava acontecendo.

“João Neves carregara a Revolução de 1930 nas costas, mas não soubera compreender os seus desdobramentos. Tentara ignorar que uma verdadeira revolução dificilmente consegue evitar os expurgos, os excessos e o terror.” (página 14)






Capítulo 3

O Brasil estava com um grande número de conflitos. Houve os 18 do Forte, conflito onde todos os 18 jovens envolvidos morreram. Getúlio havia assistido toda a confusão de longe, no Rio Grande do Sul.

Gabriel ouvia muitas histórias pelas ruas de Santa Maria. Em 1926 ocorreu naquela mesma cidade um tiroteio. O combate durou 26 horas.

“A vida, dirá um dia Getúlio, um tecido de fios e de vidas partindo de lugares muito diferentes em busca de uma mesma luz misteriosa, a luz que dá sentido.” (página 19)






Capítulo 4

João Neves não sabia como seria encontrar com Getúlio, e de alguma forma também sentia saudades. Lembrava-se de como o havia conhecido, de 1930, pensava em tudo.

Ele havia sido traído em 07 de outubro de 1930 por Vargas, pois Getúlio iria seguir para o campo de operações, mas deixou o governo do Rio Grande do Sul  com Osvaldo Aranha, e não nas suas mãos. Vargas logo tratou de corrigir o erro, mas não conseguiu.

Neves estava atrasado e sabia que Getúlio não gostava de atrasos, então se apressou.

Gabriel se apaixonou por uma trapezista do circo que esteve em Santa Maria em 1926, quando ele tinha 14 anos. Então decide seguir o circo, mas não consegue conquistar a amada.

“A revolução não foi feita para perdoar, mas para punir.” (página 25)




Capitulo 5

      Com o objetivo de fazer com que Artur Bernardes renuncie o poder, o gaúcho Isidoro Dias Lopes comanda uma rebelião em São Paulo. Fernando Prestes foi convidado a assumir, mas disse que só iria aceitar se Carlos de Campos também renunciasse.

      Aviões do exército bombardeiam a cidade de São Paulo causando muito pânico. Um dos destaques da revolta foi Joaquim Távora.

Em Três Lagoas, a revolta sofreu a pior de suas derrotas, onde boa parte do seu batalhão morreu ou ficou ferido.

     Estes tenentes então se unem a Luis Carlos Prestes e forma a Coluna Prestes. O grande objetivo da coluna era derrubar o governo. Com esta jornada pelo Brasil, os integrantes da coluna puderam perceber como estava o país e toda a sua pobreza. A Coluna Preste não venceu a guerra, mas mostrou os tenentes um Brasil com muita desigualdade.

     Gabriel acabara de perder seu emprego por ter ido atrás da trapezista. Estava escrevendo para o tio, seu grande sonho era estudar no Colégio Militar de Porto Alegre, mas lembrou-se que o tio não recebia salário fixo por ser pintor, e o que ganhava poderia não ser suficiente, então rasgou a carta.

     ”A coluna Prestes não venceu a guerra.Revelou o Brasil para os tenente que pensavam conhecê-lo como ninguém.Eles mergulhavam na aventura com muitas certezas.Saíram dela cheio de dúvidas e de cicatrizes.Nunca mais seriam os mesmos.Nem o Brasil.Haviam passado do mapa à realidade.”(página 33).






Capitulo 6

Com a demora de Neves, Getulio começou a achar que ele não viria mais, então voltou a sentir o mesmo que na infância, a solidão, pois quando pequeno não gostava de fazer nada com os meninos da sua idade. Continuou a esperar João e uma lembrança veio em sua mente, quando foi candidato à presidência. 

Isto teve início quando Washington Luis, atual presidente da república, rompendo a política do Café-com-Leite, indicou Julio Preste de Albuquerque para ser o seu sucessor. Neste mesmo tempo, João Neves estava tentando convencer Getúlio a se candidatar, mas isto só seria possível se Minas Gerais o apoia-se.

     O secretario do Interior do Governo de Minas Gerais, Francisco Campos envia uma carta a João Neves comunicando que iria apoiar a candidatura de Getúlio ou a de Borges de Medeiros.

     As coisas parecem estar indo no caminho certo para Vargas. Borges não aceitou a proposta, e Washington Luis estava com dificuldades em ajudar Júlio Prestes na campanha. O escolhido para vice-presidente foi João Pessoa, da Paraíba. O acordo entre estes três estados chamou-se Aliança Liberal.

O exército precisava de voluntários, então com 15 anos, Gabriel entra para o exercito, mesmo não tendo a idade suficiente para isto. Ele foi chamado para limpar as escarradeiras, esta foi sua primeira missão.

“Ele se equilibra prazerosamente entre os emissários do ‘Enguia’, apelido do escorregadio mineiro Antônio Carlos, os lances do ‘Mandão’, Washington Luís, famoso por outra frase sutil, ‘comigo é na madeira’, a hesitação do ‘Getúlio’, como Vargas ficará conhecido, ‘capaz de tirar as meias sem descalçar os sapatos’. (página 42)







Capitulo 7

A cada minuto que passa, Getúlio tem a certeza que Neves não viria mais, chamou-lhe de indeciso mentalmente, e o criticou.

Em 5 de janeiro de 1933 Góis Monteiro procurou Getúlio para mostrar uma carta assinada por Srs. Neves, Pilla e Mélega, que eram representantes da frente única, convidados para participar de um movimento a fim de derrubar o atual governo e substituí-lo por um governo coletivo até um constituinte.

     Para tentar acusar mais ainda a Aliança Liberal, apoiadores de Prestes enviaram um telegrama ao Ministro da Justiça contando fatos fictícios ou aumentando a gravidade dos acontecimentos. O jornalista Aurino de Morais, então conta outra versão onde ele defendia a Aliança Liberal.

      Nas eleições, os políticos como sempre usaram as fraudes.

     A vida no exercido era um pouco complicada, mas Gabriel mesmo assim estava feliz. Ele pensa em subir na carreira, pensava nas gurias e nas folgas.

“Diz ao Jornal do Comércio que será legitimo a sociedade responder a fraude com a ‘força de sua vontade soberana’. Ou seja, com a força das armas. Só admite a derrota dentro da legaTlidade. Quer um jogo limpo.” (página 62)

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